Ditados Populares do Tempo: Coleção da Sabedoria Brasileira

Antes do rádio, da televisão e do aplicativo, o brasileiro lia o tempo em rimas. Reunimos aqui a maior coleção de ditados populares sobre o tempo do acervo — provérbios sobre chuva, frio, calor, vento, lua, bichos e os meses do ano. Use a busca ou os temas para encontrar o ditado que você procura, e clique em “saiba mais” para entender o que cada um quer dizer.

“Abril, aguas mil — quem nao plantou, plantou mal.”

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“Chuva de abril enche o pasto e salva o barril.”

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“Abril chegou, sertanejo rezou — se chover, plantou; se nao, esperou.”

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“Chuva de abril com vento sul, prepara o poncho e o capuz.”

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“Se abril nao molhar, maio vai secar.”

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“Abril sem trovao, maio sem grau.”

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“Quando abril chora, a terra agradece e o celeiro melhora.”

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“Rio turvo sem chuva aqui, chuva lá em cima já caiu.”

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“Água clara no córrego, tempo seco no terreiro.”

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“Peixe pulando n'água, chuva na estrada.”

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“Quando o rio cheira forte, chuva vem da serra.”

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“Sapo cantando na beira do rio, chuva no arrepio.”

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“Arroio fumegando de manhã, geada no capão.”

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“O almanaque é o livro do povo — ensina a plantar, a colher e a ler o tempo sem precisar de escola.”

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“No sertão, três coisas não faltam na casa do caboclo: a Bíblia, o rádio e o Almanaque Bristol.”

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“Plantar na lua minguante, o fruto vem abundante; plantar na lua crescente, a rama cresce e o fruto mente.”

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“Os doze dias de janeiro guardam o segredo dos doze meses — quem sabe ler, não precisa de mais nada.”

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“As estrelas dizem mais do que os instrumentos — quem souber ler o céu, saberá ler o tempo.”

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“O almanaque do colono trazia o saber do velho mundo para a terra nova.”

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“O almanaque não previa o tempo com precisão, mas ensinava o povo a olhar para o céu — e isso não tem preço.”

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“Cachorro comendo capim, chuva vem assim-assim.”

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“Cachorro uivando de noite, tempo vai virar.”

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“Gato lavando a orelha, chuva na telha.”

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“Cavalo que bufa e bate o casco, tempestade no espaço.”

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“Mula empacou no caminho, temporal vem de mansinho.”

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“Boi deitado no pasto, chuva antes do quarto.”

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“Galinha no poleiro antes da hora, chuva que demora.”

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“Céu limpo demais no inverno é cobertor curto: esquenta de dia e gela de noite.”

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“Noite estrelada de inverno, chão gelado de manhã.”

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“Quando o céu fica de vidro, a geada vem sem ruído.”

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“Quando nem o sereno molha, o inverno está de garganta seca.”

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“Quando a folha quebra e a poeira dança, fogo pequeno vira andança.”

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“Arco-íris de manhã, chuva na estrada.”

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“Arco-íris ao nascer do sol, prepara o guarda-chuva no farol.”

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“Arco-íris ao entardecer, bom tempo vai fazer.”

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“Arco-íris bem vermelho, chuva forte no espelho.”

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“Arco-íris dobrado, temporal redobrado.”

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“Arco na lua cheia, sereno na eira.”

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“Arco-íris que bebe água no rio, chuva que enche o plantio.”

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“Arco sobre a coxilha, chuva na outra quadrilha.”

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“Quem aprende a ler o arco-íris nunca é pego de surpresa.”

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“Bandeirinha que murcha antes da reza chama chuva para a mesa.”

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“Bandeira que canta no vento pede casaco; bandeira que cala no sereno pede coberta.”

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“São João de bandeira pesada amanhece com chão molhado.”

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“Quando o ar pesa e a fumaça baixa, a chuva não demora a achar caminho.”

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“Fumaça que rasteja, chuva que peleja.”

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“Osso velho conhece chuva de longe.”

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“Flor que se fecha sem noite, chuva fareja no vento.”

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“Quando o som vem de longe, o tempo vem junto.”

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“Barulho perto em manhã branca, chuva ou cerração na certa.”

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“Trem que apita perto em manhã fria, cerração fica até o meio-dia.”

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“Janeiro molhado, celeiro abarrotado.”

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“Fevereiro, mês traiçoeiro: ou muito sol ou muito aguaceiro.”

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“Se chover no dia de São José, o inverno será bom de vez.”

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“Em abril, águas mil.”

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“Maio frio e junho molhado, bom para o trigo e para o gado.”

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“São João sem milho é como festa sem fogueira.”

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“Julho seco, agosto louco.”

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“Agosto, mês do desgosto — nem vaca, nem pasto.”

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“Quando agosto é quente, setembro é frente.”

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“Chuva de setembro, boa pra quem planta e pra quem colhe em dezembro.”

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“São Lucas (18 de outubro), chuva que nunca se acaba.”

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“Parede que sua no frio, tempo molhado no caminho.”

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“Roupa fria no varal, umidade no quintal.”

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“Céu de carneirinhos, chuva nos caminhos.”

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“Céu empedrado, chão molhado.”

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“Noite estrelada demais, geada vem por trás.”

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“Vento que limpa e depois se cala, deixa branco o fundo da vala.”

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“Estrela forte, sereno grosso; se o frio aperta, geada no osso.”

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“Céu vermelho à tarde, bom tempo que arde. Céu vermelho de manhã, chuva na parte da tarde.”

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“Sol vermelho ao deitar, bom tempo vai dar. Sol vermelho ao nascer, chuva vai chover.”

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“Tarde vermelha, manhã sem queixa. Manhã vermelha, tarde com peleja.”

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“Vermelho sangue no poente, viajante contente. Vermelho rosado no nascente, chuva de repente.”

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“Céu vermelho com nuvem listrada, chuva inesperada.”

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“Sol vermelho no sertão, seca de arder no chão.”

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“Pôr do sol vermelho é Deus pintando o céu pra guardar o dia.”

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“Quando a terra cheira, a chuva se acheira.”

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“Cheiro de terra molhada antes da chuva, pode pegar o guarda-chuva.”

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“Quando o mato cheira forte, temporal é perto.”

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“Ar de chuva não engana quem tem nariz de lavrador.”

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“Ar abafado e cheirando a mato, chuva grossa não demora muito.”

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“Quando o ar cheira a terra, até o gado levanta a cabeça.”

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“São Pedro molhado, céu destrancado. São Pedro seco, inverno no cabresto.”

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“Chuva de São Pedro, quarenta dias no terreiro.”

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“Se São Pedro abre a porteira, a chuva vem de carreira.”

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“São Pedro de chão molhado, paiol bem fechado.”

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“São Pedro de vento virado, barco fica amarrado.”

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“Chuva de inverno tem caminho: no vento, na serra, no mar e no chão.”

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“Garoa de inverno não assusta, mas entra no osso.”

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“Cerração que senta no morro, chuva ronda o terreiro.”

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“Céu vermelho ao anoitecer, bom tempo vai fazer; céu vermelho ao amanhecer, chuva pode acontecer.”

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“Halo na lua, chuva na rua; quanto mais estrelas dentro do halo, mais dias de sol terás.”

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“Nuvem que parece bigorna de ferreiro traz tempestade forte que vem ligeiro.”

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“Sapo cantando na seca é sinal de chuva por perto.”

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“Formiga que muda de toca antes da hora traz notícia de temporal.”

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“Andorinha que raspa o chão anuncia chuvarada no sertão.”

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“Embaúba de folha virada é chuva anunciada.”

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“Café que floresce de repente anuncia chuva de frente.”

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“Vento nordeste no litoral, tempo bom sem igual; vento sul no horizonte, chuva forte além do monte.”

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“Quando a chuva fina demora, sol quente depois melhora.”

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“Quem sabe ler nuvem não precisa de barômetro.”

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“Céu de carneirinhos, chuva a caminho.”

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“Rabo de galo no céu, chuva no chapéu.”

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“Nuvem que cresce pra cima como torre, trovoada que corre.”

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“Céu tampado de cinza, chuva que não cansa.”

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“Nuvem que vem do mar traz chuva no lugar. Nuvem que vai pro mar leva a chuva do lugar.”

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“Nuvem verde é granizo certo. Quando vir, corra pro coberto.”

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“Nuvem que corre, chuva que não demora. Nuvem que para, tempo bom que fica.”

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“Nuvem alta, tempo que falta. Nuvem baixa, chuva que passa.”

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“Namoro de junho pede casaco no braço e olho no céu.”

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“Lua bonita em junho clareia o caminho, mas não esquenta o vento.”

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“Céu de brigadeiro de manhã, chuva na parte da tarde.”

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“Quando o sol se põe entre nuvens, chuva no dia seguinte.”

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“Nuvem escura no poente, chuva de repente.”

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“Vento nordeste, chuva que não preste.”

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“Vento sul, chuva de anil.”

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“Quando o vento muda, o tempo muda.”

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“Chuva de janeiro não enche rio, mas enche o milho de espiga.”

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“São Pedro fez a chuva, São José faz a enchente.”

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“Chuva na sexta-feira santa, chuva por quarenta dias.”

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“Estrela que pisca, chuva se arrisca.”

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“Céu estrelado, bom tempo assegurado.”

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“Se à noite vejo o Cruzeiro, amanhã é dia inteiro.”

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“Estrela com véu, chuva no chapéu.”

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“Via Láctea brilhante, tempo reinante.”

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“Três-Marias deitadas, maré de pescaria. Três-Marias em pé, maré de ficar no pé.”

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“Se as estrelas tremem no Sul, amanhã vem [pampeiro](/glossario/pampeiro/).”

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“Estrela d'alva avermelhada, chuva de tarde na estrada.”

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“Fumaça que sobe, tempo que se compõe.”

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“Fumaça rasteira, chuva ligeira.”

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“Fumaça que desce, chuva aparece.”

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“Fogo que espirra, tempo que vira.”

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“Lenha que não quer pegar, chuva vai chegar.”

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“Formiga carregando ovo, chuva forte tá no olho.”

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“Formigueiro alto, inverno bravo.”

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“Quando a tanajura voa, chuva boa.”

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“Sapo cantando, chuva chegando.”

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“Sapo de barriga pra cima, chuva fina.”

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“Perereca na janela, chuva que não arredela.”

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“Andorinha voando baixo, chuva no pedaço.”

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“Bem-te-vi cantando à tarde, chuva que não tarda.”

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“Galinha se empoleirando cedo, temporal sem medo.”

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“Ninho do joão-de-barro com a porta pro nascente, inverno inclemente.”

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“Vaca deitada no pasto, chuva de estrago.”

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“Aranha desfazendo teia, temporal na veia.”

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“Cupinzeiro alto, chuva de salto.”

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“Vento do sul de tardinha, cobertor em cima da linha.”

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“Céu limpo demais, frio logo atrás.”

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“Friagem sem vento de manhã, geada na campina amanhã.”

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“Vento sul que não para, frio na porta e chuva rara.”

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“Noite estrelada de abril, amanhecer de cobrir o barril.”

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“Minuano limpo, campo branco cedo.”

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“Abril de céu bonito engana no grito.”

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“Maio de vento limpo, madrugada de cobertor.”

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“Céu lavado ao entardecer, frio antes do amanhecer.”

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“Noite clara de maio, geada ronda o atalho.”

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“Sereno grosso, frio no osso.”

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“Vento sul que de tarde acalma, geada visita a palma.”

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“Baixada branca, sol de manhã franca.”

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“Geada branca avisa no chão; geada negra avisa na folha morta.”

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“Noite clara, vento parado, capim amanhece prateado.”

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“Geada desce quieta e dorme na baixada.”

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“Orvalho grosso, frio no osso.”

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“Sereno pesado, frio dobrado.”

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“Orvalho na relva, geada na reserva.”

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“Geada no baixio, prejuízo no plantio.”

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“Noite estrelada e chão molhado, amanhecer gelado.”

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“Geada de maio ensina o roceiro a olhar o céu.”

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“Muito orvalho cedo, sol bonito o dia inteiro.”

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“Morro dorme, baixio sofre.”

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“Roda ao redor da lua, chuva na rua.”

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“Lua com anel, chuva no céu.”

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“Lua com roda grande, chuva longe; roda pequena, chuva perto.”

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“Sol com roda, água na horta.”

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“Sol com orelha, temporal na ovelha.”

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“Lua com cerco apertado, bom tempo assegurado.”

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“Roda na lua em maio, chuva que traz o orvalho.”

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“Serra clara, tempo que prepara. Serra escura, chuva segura.”

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“Quando a serra chega perto, chuva vem por certo.”

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“Morro com touca, chuva na porta.”

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“Quando o morro desaparece, chuva aparece.”

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“Serra com chapéu de nuvem, chuva que ninguém duvide.”

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“Horizonte limpo ao entardecer, bom tempo vai fazer.”

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“Se de longe se enxerga a torre da igreja, bom tempo vem sem peleja.”

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“Minuano limpa o ar e gela o coração.”

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“Quando a serra da Borborema escurece, chuva no sertão aparece.”

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“Grilo cantando de dia, chuva a caminho; grilo calado de noite, frio no ninho.”

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“Borboleta pousada no beiral, chuva no quintal.”

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“Grilo apressado, tempo esquentado; grilo vagaroso, tempo frio e chuvoso.”

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“Cigarra cantou, calor chegou.”

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“Cigarra calou na hora errada, chuva pesada.”

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“Noite de vagalume, noite de calmaria.”

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“Aleluia revoou, chuva chegou.”

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“Maio frio, junho molhado, julho é de geada e agosto é ventilado.”

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“Noite de São João, fogueira no chão; se a chama for alta, bom tempo virá.”

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“Quando o sapo canta, chuva no horizonte; quando a formiga carrega, friagem na frente.”

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“Céu de brigadeiro de manhã, frio de rachar à noite.”

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“Inverno no sertão é benção — traz a chuva que a terra pede.”

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“O velho que lê o céu sabe o que o doutor da cidade só descobre com aparelho.”

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“Lenha que estala alto pede olho no céu e mão no casaco.”

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“Fogueira clara e estrela miúda, madrugada ajuda.”

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“Lenha chiando no braseiro, sereno vem primeiro.”

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“Fogo que canta ensina quem escuta.”

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“Lua clara no São João, frio no terreiro e milho no paiol.”

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“Lua bonita demais em junho pede coberta e olho na baixada.”

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“Lua escondida no São João, chuva quer entrar no salão.”

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“Lua nova, tempo muda à toa.”

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“Na crescente se planta o que cresce pra cima.”

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“Lua crescente de bico pra cima, seca fina; de bico pra baixo, chuva no cacho.”

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“Lua cheia, noite de fartura e dia de frescura.”

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“Na Lua Cheia, não planta nem colhe à toa — só o que já tá no ponto e precisa sair da cova.”

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“Na minguante se planta o que cresce pra baixo.”

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“Lua com anel, chuva a granel.”

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“Quem planta com a Lua, colhe com fartura.”

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“Na lua nova, nem planta nem poda — descansa a terra e afia a enxada.”

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“Lua crescente, planta o que é pra cima — folha, flor e fruta fina.”

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“Lua cheia, roça cheia — é hora de colher o que a terra oferece.”

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“Na minguante, corta a árvore e planta a batata — o que é de baixo, a lua trata.”

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“Lua nova em março sem chuva — guarda a semente pro ano que vem.”

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“Maio pardo, manhã de véu e terreiro resguardado.”

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“Maio nublado de manhã, tarde seca sem afã.”

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“Maio pardo, chuva de longe e frio de perto.”

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“Névoa no baixio, seca no rocio.”

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“Maio que amanhece branco termina o dia franco.”

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“Mandacaru quando fulora na seca é sinal que a chuva chega no sertão.”

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“Mormaço que aperta de tarde, chuva ronda antes da noite.”

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“Quando o ar fica baixo, o céu quer desabar.”

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“Dia abafado, trovão guardado.”

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“Mormaço sem vento chama chuva com barulho.”

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“Vento sul de noite, geada de açoite.”

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“Céu estrelado e chão molhado, geada no cercado.”

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“Quando a serra veste branco, recolhe bicho e cobre o barranco.”

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“Nevoeiro na baixada, sol no morro e frio na estrada.”

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“Nevoeiro que baixa cedo, sol que sobe sem medo.”

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“Baixada que embranquece de névoa pede olho na horta.”

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“Cerração no caminho encurta a vista e aumenta o juízo.”

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“Neblina baixa, sol que racha.”

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“Cerração de manhã, calor de tarde.”

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“Neblina que sobe cedo, bom tempo; neblina que demora, chuva que se atora.”

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“Cerração em lua cheia, friagem na telha.”

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“Nevoeiro no vale, sol no alto.”

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“Nevoeiro que não levanta até as dez, dia de chuva outra vez.”

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“Cerração que sobe, chuva que desce.”

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“Março ventoso, abril chuvoso, fazem de maio um mês formoso.”

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“Em março, a chuva faz o laço — amarra o verão e solta o inverno.”

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“Março marçagão, de manhã inverno, de tarde verão.”

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“São José molhado, inverno garantido.”

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“Abril, águas mil.”

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“Abril chuvoso faz maio formoso.”

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“Quando a cigarra para de cantar, o outono está a chegar.”

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“Passarinho que faz ninho em março, prepara-se pro frio do inverno.”

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“Quando o ipê floresce sem folha, o frio vem de cola.”

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“Sol de outono, bonito mas não esquenta o lombo.”

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“Outono de muito [sereno](/glossario/sereno/), inverno de muito frio.”

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“Quem não colhe em março, chora em julho.”

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“Outono é tempo de descansar a terra e preparar a alma pro plantio.”

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“Poda no outono, fruta no verão.”

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“Outono gaúcho: de manhã se agasalha, de tarde se desagasalha, de noite se agasalha de novo.”

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“Quando março traz chuva, o sertanejo sorri.”

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“Outono no cerrado: sol que brilha, chuva que mingua, queimada que espreita.”

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“Andorinha voando baixo, chuva no espaço.”

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“Andorinha rente ao chão, água na mão.”

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“Passarinho quieto cedo, vento ou frio sem segredo.”

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“Passarinho se recolhe, temporal escolhe.”

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“Sal que chora no São João, chuva ronda o sertão.”

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“São João de sal molhado, paiol bem guardado.”

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“Flor que fecha antes da hora, chuva que não demora.”

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“Folha virada, chuva chegada.”

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“Quando o ipê-amarelo floresce, o frio aparece.”

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“Capim deitado, temporal armado.”

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“Flor do café aberta, chuva é certa.”

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“Vento frio que para cedo deixa branco o terreiro.”

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“Estrela brilhando demais, frio descendo por trás.”

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“Sereno grosso e vento parado, capim amanhece gelado.”

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“Noite de arraial ensina no fogo, no vento e no chão.”

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“Garoa de junho não faz barulho, mas atravessa o casaco.”

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“Roupa que não enxuga, tempo que não firma.”

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“Roupa no sereno perde o sol que ganhou.”

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“A terra fala para quem sabe ouvir. O vento traz mensagens para quem aprendeu a escutar.”

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“Quando o ipê amarelo floresce, a seca está chegando ao fim. Quando o ipê roxo abre suas flores, as chuvas não tardam.”

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“Quando o João-de-barro constrói a porta da casa virada para o nascente, o inverno será brando. Virada para o poente, frio forte virá.”

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“A piranha que pula fora d'água anuncia tempestade. O tucunaré que se esconde no fundo anuncia friagem.”

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“Quando a embaúba vira as folhas, mostrando a parte clara, é chuva certa antes do sol se pôr.”

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“O halo ao redor da lua anuncia chuva — quanto maior o halo, mais longe está a chuva.”

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“Não é que o índio adivinhe o tempo. É que ele observa há tanto tempo que já sabe o que a natureza vai fazer.”

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“Santo Antônio abre a conversa, São João mostra o fogo, São Pedro fecha a porteira da chuva.”

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“Santo Antônio casamenteiro, São João fogueiro, São Pedro chaveiro — os três guardam o segredo do tempo inteiro.”

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“Se no dia de Santo Antônio chover, a colheita vai sofrer; se o sol brilhar, o milho vai secar.”

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“Chuva de Santo Antônio no sertão vale mais que ouro no chão.”

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“Fumaça de São João que sobe reta, tempo bom e colheita repleta; fumaça que se espalha, é sinal de chuva e trabalho que atrapalha.”

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“São Pedro fecha a porteira do céu — se chover no dia dele, chove por mais quarenta dias depois.”

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“Quando as cigarras cantam antes de São João, a seca vem forte e longa no sertão.”

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“São João sem geada, safra de café abençoada.”

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“Café que dorme no sereno acorda pedindo sol de novo.”

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“Sol espalha, noite ajunta.”

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“Orvalho pesado, dia ensolarado.”

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“Quanto mais sereno na madrugada, mais bonito o dia que se espera.”

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“Sem sereno, chuva vem.”

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“Noite sem orvalho, dia de aguaceiro.”

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“Planta no orvalho, colhe com fartura.”

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“Nuvem alta e fina, tempo que não desafina.”

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“Muito orvalho de manhã, sol forte na parte da tarde.”

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“Arco-íris de manhã, pastor se guarda; arco-íris à tarde, pastor se alarda.”

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“Quando a pitangueira floresce fora de hora, chuva demora.”

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“Folha que vira, vento que gira.”

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“Quando o ipê floresce, a seca aparece.”

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“Cheiro de terra molhada, chuva a caminho.”

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“Quando o calor aperta demais, a chuva vem atrás.”

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“Quando dói o calo, chuva no intervalo.”

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“Formiga carregadeira antes da hora, inverno pesado vem embora.”

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“Andorinha que vai embora leva o calor consigo.”

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“Orvalho pesado de manhã, sol quente até de tardinha.”

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“Neblina que sobe antes das nove, sol que brilha e não se move.”

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“Boi deitado no meio do dia, chuva ou frio em poucos dias.”

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“Céu vermelho ao anoitecer, bom tempo vai fazer.”

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“Fumaça que sobe reta, tempo bom que não se meta.”

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“Sinal do tempo abre o olho; alerta oficial orienta a decisão.”

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“Noite grande de inverno, terreiro frio e conselho dos mais velhos.”

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“Quando a noite cresce, o frio cria raiz.”

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“Fogueira que fuma baixo, tempo virado no rastro.”

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“Teia brilhando no amanhecer, o dia promete aparecer.”

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“Teia molhada, noite sossegada.”

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“Orvalho na teia, sol na veia.”

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“Teia que não seca, tempo que não se explica.”

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“Dor no joelho, chuva no terreiro.”

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“Osso doendo, tempo mudando.”

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“Cicatriz coçando, frio chegando.”

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“Cabeça pesada, chuva armada.”

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“Cabelo arrepiado, tempo mudado.”

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“Reumático bom é barômetro de frio.”

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“Quando Tupã fala de manhã, a tarde é de silêncio.”

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“Trovão de manhã, chuva de tarde.”

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“Trovão ao longe, chuva que ronge.”

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“Trovão seco, chuva longe.”

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“Primeiro trovão de setembro, verão chegou em dezembro.”

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“Trovão em abril, chuva até o fim.”

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“Relâmpago que pisca, chuva se arrisca.”

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“Raio no horizonte, chuva na fonte.”

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“Relâmpago sem trovão, chuva no sertão.”

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“Árvore alta em dia de trovão é convite para o chão.”

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“No Cerrado, trovão de três horas, chuva de quatro.”

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“Trovão no sertão, bênção do chão.”

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“Vento norte no rosto, tempo torto no encosto.”

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“Norte quente, sul na frente.”

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“Norte de tarde, sul de madrugada.”

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“Vento norte cutuca, minuano retruca.”

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“Vento de São João limpa o céu ou chama friagem no sertão.”

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“São Pedro de vento virado, pescador fica avisado.”

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“Fumaça que volta em noite de São João, vento traz recado do sertão.”

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“Vento que limpa céu de junho deixa geada no caminho.”

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“Quem conhece o vento, conhece o tempo.”

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“Quando o Minuano assobia, o gaúcho se agazalha e o campo se aquieta.”

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“Minuano que entra de noite, geada de manhã certa.”

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“Depois do Minuano, três dias de sol no campo.”

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“Pampeiro que vem com nuvem preta, busca os animais e fecha a porteira.”

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“Pampeiro de outubro é o pior: vem com pedra e leva o telhado.”

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“Lestada que chega, chuva que não tem rega.”

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“Lestada no inverno, chove semana inteira.”

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“Vento sul bateu na porteira, muda o tempo na carreira.”

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“Terral de madrugada, mar calmo na alvorada.”

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“Nordestão que sopra firme, céu limpo e sol que não se extingue.”

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“Nordestão de agosto seca até a alma do sertanejo.”

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“Quando o Nordestão afrouxou, a chuva se aproximou.”

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“Vento noroeste no inverno, queimada no inferno.”

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“Catavento virou pro sul, traz o casaco de baú.”

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“Fumaça que deita, chuva que se ajeita.”

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“Se no dia de São José o sol brilhar forte, as últimas chuvas estão perto; se chover, a estação das águas vai longe.”

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“Chuva no dia de São José é promessa de fartura no roçado; seca no dia dele é aviso de sofrimento no sertão.”

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“O veranico é o céu mostrando que descansa até de chover.”

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“Janeiro sem chuva, feijão não enche a vagem.”

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“Formiga que carrega folha grande antes de São José anuncia veranico brabo.”

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“Quando o mandacaru floresce na seca, é sinal de que a chuva tá perto; quando floresce nas águas, o veranico vem.”

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“O tempo tá mudado — o velho já não acerta como acertava.”

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“Quando o aleluia sai da terra, a chuva não está longe.”

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“Aleluia na lâmpada, água na estrada.”

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“Siriri voando baixo, chão molhado por baixo.”

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“Cupim de asa no terreiro, chuva pegou o roteiro.”

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“Quem segue o almanaque, não perde a safra nem o repique.”

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“Arco-íris de manhã, chuva na estrada; arco-íris de tarde, tempo que se guarda.”

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“Aurora vermelha, chuva na cancela.”

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“Brisa do mar refresca a tarde, mas vento que firma demais pede cuidado.”

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“Quando a brisa entra cedo, o calor não reina o dia inteiro.”

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“Brisa boa é a que deixa voltar.”

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“Brisa é visita; lestada é moradora.”

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“Manhã de bruma, tarde de sol — o tempo engana até o lavrador.”

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“Quando o céu faz cabra-cega, até o galo volta pro poleiro.”

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“Na canícula, até a sombra queima e o rio seca no leito.”

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“Cerração baixa, sol que racha; cerração alta, chuva na horta.”

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“Céu de carneirinhos, água nos caminhos.”

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“Carneirinho no céu, guarda a roupa do varal.”

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“Chuvisco miúdo molha mais que tempestade grossa.”

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“Corisco não cai duas vezes no mesmo lugar, mas quem foi marcado nunca esquece.”

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“Crepúsculo vermelho, dia seguinte é belo; crepúsculo cinzento, chuva e vento.”

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“Estio comprido, fazendeiro aflito; chuva no São José, esperança outra vez.”

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“Calor parado e vento virando, frente fria vem chegando.”

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“Norte esquenta, sul arrebenta.”

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“Céu baixo e passarinho quieto, frio vem por perto.”

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“Depois da chuva de frente, o frio mostra o dente.”

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“Friagem que vem do sul não avisa — quando chega, até o boi se encosta no mourão.”

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“A garoa de São Paulo não molha, encharca — e a de quem anda apressado, nem se nota.”

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“Geada de São João queima o pasto e faz chorar o patrão.”

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“Chuva de pedra não tem hora marcada — quando chega, leva o que encontra.”

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“Sol com anel, chuva no chapéu — não demora e o tempo vira.”

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“Invernia dura não mata, mas encolhe o corpo e aperta o coração.”

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“João-de-barro fecha a porta contra o vento que vem.”

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“Ninho do joão-de-barro com porta pro nascente, inverno inclemente.”

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“João-de-barro trabalhando cedo, chuva deixou barro bom.”

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“Lestada que chega mansinha, três dias molha a marinha.”

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“Lua cheia é lua de fartura — planta na cheia, colhe com gordura.”

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“Lua crescente no terreiro, semente no canteiro.”

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“Na minguante se corta madeira que não dá bicho nem apodrece na primeira chuva.”

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“Lua nova, lua escura — quem planta nela, na certa não atura.”

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“Quem não entende de maré, não meta o barco no mar.”

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“Quando o sul abre a porteira, o frio entra sem pedir licença.”

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“Minuano que entra pela fresta, nem poncho grosso contesta.”

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“Mormaço de manhã, tempestade à tarde — pode guardar a roupa do varal.”

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“Nordestão de três dias, pescador em casa com as redes estendidas.”

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“Orvalho grosso de manhã, sol quente à tarde é que dá.”

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“Pampeiro que chega de noite, de manhã já levou tudo — até o chapéu do peão.”

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“Quando o rio enche e o peixe sobe, é sinal que as águas de cima mandaram recado.”

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“Quentura de dezembro, nem sombra de juazeiro resolve.”

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“Nuvem de pena, chuva pequena; nuvem que engrossa, chuva que encosta.”

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“Cauda no poente, tempo diferente.”

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“Raio seco no horizonte, chuva longe e fogo perto.”

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“Redemoinho no terreiro, vento sem paradeiro.”

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“Redemoinho baixo, poeira de verão; redemoinho alto, cuidado com o trovão.”

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“Onde a poeira dança, o chão está falando.”

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“Redemoinho na encruzilhada, vento procura estrada.”

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“Relâmpago que acende o terreiro manda guardar ferramenta.”

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“Quem dorme ao relento, acorda com o corpo moído e a alma resfriada.”

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“Sereno da meia-noite é o mais bravo — quem leva, na manhã seguinte se queixa.”

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“Quando a neblina congela no arame, o frio não veio passear: veio ficar.”

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“Neblina que vira gelo deixa a serra em respeito.”

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“Branco no arame, frio no osso.”

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“Quando o mato acorda vestido de gelo, a manhã pede sol devagar.”

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“Sol de São João é sol que já volta — a partir daqui, o dia estica e o frio afrouxa.”

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“Tanajura no terreiro, chuva no roteiro.”

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“Saiu içá, pode aprontar o roçado.”

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“Temporal de verão vem depressa, faz estrago e vai embora — mas o estrago fica.”

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“Trovão perto não pede opinião: manda entrar.”

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“Trovoada em setembro, chuva em outubro — o céu já está avisando.”

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“Vento sul de madrugada, cobertor fora da arca.”

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“Sul no mar, pescador no lar.”

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“Veranico em janeiro é lavoura que chora — nem o milho agradece, nem o feijão demora a murchar.”

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Sobre os ditados do tempo

Cada ditado é uma síntese de séculos de observação do céu, do vento, dos bichos e da terra. Muitos têm base meteorológica real — explicada em cada artigo ligado acima; outros são pura memória cultural. Em todos os casos, valem como leitura do ambiente, não como previsão garantida: para risco, confirme sempre com o INMET e a Defesa Civil.

Quer ir além? Use o Decifrador de Sinais do Tempo para consultar um sinal que você observou, veja a fase da lua no Calendário Lunar de Plantio ou explore o Glossário de termos do tempo.